CPA 2020 – Transição para o ensino remoto, em função da pandemia

By 15/06/2020 No Comments

SÍNTESE DOS RESULTADOS DA 1ª PESQUISA DA CPA/2020 – TRANSIÇÃO PARA O ENSINO REMOTO, EM FUNÇÃO DA PANDEMIA DO COVID-19

 

A presente avaliação foi demandada pela Coordenação Geral de Cursos, quando da urgência de tornar o ensino presencial modalidade remota, em face da Pandemia do COVID-19 e de sua necessidade de isolamento social.

O objetivo principal foi atender as recomendações dos governos municipal E estadual, bem como das autoridades educacionais e de saúde, sem perda da qualidade de ensino praticada pela FEAMIG.

A presente pesquisa teve caráter extraordinário, em função da Pandemia e ficou disponível para respostas de 20/04/2020 a 10/05/2020, a fim de possibilitar a participação de mais alunos, bem como permitir um tempo de adaptação do aluno ao ensio remoto, para que pudesse opinar com melhor qualidade.

Ao todo, recebemos 117 respostas, o que corresponde a 23,6% do total de alunos da modalidade presencial.

  • Quando perguntados se já haviam cursado alguma disciplina a distância, antes da necessidade de isolamento, 64,4%, ou seja, 76 alunos responderam que sim, enquanto 41 alunos – 34% responderam que não.
  • No quesito interatividade do aluno e participação nas aulas remotas 43,6% dos respondentes afirmaram ser razoável, enquanto 53% mediano e apenas 7,7% inexistente.
  • Sobre os meios de interatividade usados pelos alunos e professores, 82,1% responderam que usam o chat da plataforma Blackboard; 18,8% usam o microfone 59,8% WhatsApp;  48,7% e-mail e 6,8% ligações telefônicas. Ressalta-se que nesta pergunta uma resposta não exclui a outra; eram apenas complementares.
  • Sobre ser possível fazer o uso das ferramentas citadas na questão anterior dentro da plataforma Blackboard, adotada pela FEAMIG. 54,7% responderam que sim; 6,8% responderam que não e 41,9% responderam parcialmente.
  • Quando perguntados sobre a transição para o ensino remoto, 57,3% responderam que houve agilidade na adaptação para o uso de ferramentas virtuais por parte da FEAMIG, dando continuidade ao cronograma do semestre; 7,7% responderam que não que não houve agilidade, enquanto 35% responderam que a adaptação foi parcialmente ágil.
  • Quando perguntados se houve perda de conteúdo programático na transição para o ensino remoto e se o aluno se sentiu prejudicado, 22,2% responderam que sim, enquanto 47,9% responderam que não e 32,5% responderam parcialmente.
  • Quanto à atenção dada pelos professores aos alunos, 69,2% dos respondentes afirmaram que sim, enquanto 23,9% afirmaram ser parcialmente e 6,8% que não receberam atendimento.
  • Quando perguntados se os professores buscavam a envolvê-los nas aulas, 38,5% responderam que sim; 41,9% responderam ter ocorrido parcialmente, enquanto 19,7% afirmaram que não.
  • Quando perguntados se durante o isolamento, a IES ofertou atividades de extensão para os alunos, 68,4% responderam que sim, enquanto 32,5% responderam que não.